Levo máscara extra? Que horas chegar? Tire dúvidas


O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2021 começa a ser aplicado amanhã, quando os candidatos farão as questões de linguagens, ciências humanas e a redação. No próximo domingo (28), será a vez das provas de matemática e ciências da natureza.

Apesar da melhora na situação da sanitária no país, o exame ainda acontece em meio à pandemia do coronavírus —por isso, o uso de máscara permanece obrigatório durante toda a prova.

Mas, afinal, o que o candidato deve levar para fazer o Enem? É preciso levar máscara extra e álcool em gel? Que horas abrem e fecham os portões? Qual será a duração das provas? Veja, a seguir, perguntas e respostas:

O que devo levar para fazer o Enem?

Para fazer a prova, de acordo com o edital do Enem, é obrigatório levar:

  • Caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente;
  • Documento de identificação original e com foto;
  • Máscaras de proteção contra a covid-19.

Apesar de não ser obrigatório, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão responsável pelo Enem, aconselha que os candidatos levem álcool em gel.

Se você perdeu seus documentos ou foi roubado, é preciso que você apresente um boletim de ocorrência na hora de fazer a prova. Você não poderá usar como identificação certidão de casamento ou de nascimento nem carteirinhas de estudante ou de clubes.

O que não devo levar para fazer o Enem?

Outros materiais, como lápis, lapiseira, borracha, caneta de material não transparente, celular e relógio não podem ser utilizados no Enem.

Se o participante estiver com algum desses itens, ele deverá colocá-los em um envelope porta-objetos que deverá permanecer lacrado durante toda a prova. Caso contrário, ele será eliminado do exame.

Vale lembrar que, como a leitura dos gabaritos do Enem é feita por uma máquina que detecta apenas a cor preta, a cor azul não é permitida em toda a prova. Veja a relação completa dos materiais proibidos no Enem aqui.

E se o meu celular tocar?

Se o seu celular ou qualquer outro dispositivo eletrônico tocar durante a prova, mesmo que seja um alarme, você será eliminado.

Por isso, caso leve algum desses equipamentos, confira se ele está mesmo desligado antes de colocá-lo no envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador do exame.

Onde vejo o meu local de prova?

O local de prova de cada candidato pode ser consultado no cartão de confirmação da inscrição, disponível na Página do Participante. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda que o inscrito leve o cartão impresso.

Que horas devo chegar?

Para evitar imprevistos, é recomendável que os candidatos cheguem aos locais de prova com antecedência. No Enem, os portões abrem às 12h e fecham às 13h (horário de Brasília).

Vale lembrar que, devido à pandemia do coronavírus, é recomendado evitar aglomerações durante a espera da entrada nos locais de prova.

As provas, por sua vez, começam às 13h30. No primeiro dia do Enem, o término será às 19h. Já no segundo, o encerramento será às 18h30.

O que zera a redação?

Alguns deslizes podem fazer com que o candidato tenha a sua redação zerada, o que acaba eliminando o participante na busca de uma vaga no ensino superior.

Entre os motivos que levam ao zero na redação, estão a entrega da folha de redação em branco —mesmo que o participante tenha produzido algum texto no rascunho—, fuga ao tema apresentado e cópia do texto motivador. Veja aqui quais são todos os erros que zeram a redação do Enem.

Posso levar lanche?

Sim, é permitido levar lanche. Todos os candidatos, no entanto, devem permitir que o chefe de sala faça uma vistoria dos alimentos, para evitar que sejam colocadas “colas” dentro deles.

Quando sai o gabarito oficial?

O Inep tem até três dias úteis após o segundo dia de provas para divulgar o gabarito oficial. Ou seja, as respostas devem sair até quarta-feira (1º de dezembro). O gabarito será divulgado no site do Enem (enem.inep.gov.br) e pelo aplicativo.



Fonte

Com professores super atenciosos, o cursinho me abriu uma porta para o futuro e agora estou na melhor universidade do Brasil Rebeca Nilsen, aprovada na USP

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