Secretário de Regulação, Danilo Dupas é o novo presidente do Inep


O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou que o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Danilo Dupas, será o novo presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Ele vai substituir Alexandre Lopes, exonerado hoje do cargo.

“Danilo é um profissional técnico, mestre em Administração, que atua no setor educacional há 20 anos. Como Secretário da Seres, realizou um brilhante trabalho em apenas 6 meses, reconhecido e elogiado tanto pelo setor público como pelo privado”, escreveu Ribeiro em uma rede social.

O posto de Dupas na Secretaria de Regulação será ocupado pelo diretor da pasta, Paulo Almeida.

O novo presidente do Inep é economista e especialista em Administração de Negócios pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, segundo informa seu currículo Lattes. Antes de integrar o MEC, Dupas atuou no setor educacional por mais de 20 anos, tendo sido gerente administrativo do Fundo MackPesquisa, do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM), nos últimos cinco.

Ele também diz ter sido professor nas áreas de gestão, planejamento e inovação e assistente de Desenvolvimento de Comércio Exterior na Secretaria de Desenvolvimento Econômico da prefeitura de Sorocaba, no interior de São Paulo.

Decisão “administrativa”, diz MEC

Assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, a exoneração de Alexandre Lopes foi uma decisão administrativa, segundo o MEC. Em nota divulgada pela manhã, Milton Ribeiro também agradeceu ao agora ex-presidente pelo trabalho realizado à frente do Inep.

Lopes estava no comando do Inep desde maio de 2019. Ele foi o quarto presidente do instituto no governo de Jair Bolsonaro (sem partido), uma vez que três trocas foram realizadas nos primeiros cinco meses da gestão.

Antes dele, comandaram o Inep por um curto período Marcus Vinicius Rodrigues e Elmer Vicenzi. Já Maria Inês Fini, que ocupava o cargo no governo de Michel Temer (MDB), foi exonerada nos primeiros dias de janeiro de 2019.

(Com Agência Brasil)



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